quarta-feira, 17 de março de 2010

Nordeste Brasileiro: Começando a viagem

0 comentários

No dia 17 de março fizemos a nossa primeira viagem de avião em 2010. Embarcamos com destino à Juazeiro do Norte, no Ceará, onde a Leila e seus pais vão rever a família da sua mãe, Francilene. Lógico, que para eu e a Leila, a viagem não é somente familiar e sim de aventura mesmo, pois fomos com a intenção de percorrer e conhecer o maior número de cidades e atrativos possíveis, principalmente as cidades pequenas da região, pouco conhecidas pelo Brasil.
A viagem começou de madrugada, no aeroporto de Curitiba, no voo da empresa Gol, que seguiu para Brasília, onde 1h30 depois fariamos a conexão para Recife.
Esta parte da viagem foi tranquila, mas eu nem me preocupei em fazer fotos, pois em2007 trabalhei por dez dias na Capital Federal e é mais legal conhece-lá "por baixo".
A segunda parte da viagem foi a mais legal, pois cruzamos o norte da Bahia e quase todo o Pernambuco para chegar em Recife. Durante este trecho, foi legal ver a mudança de paisagem, que se mantinha verde, mas aos poucos a mata mais rasteira foi tomando conta. E também as cidades, que cada vez mais iam se transformando em pequenos povoados no meio do mato.
Ao chegar em Recife, eu fiquei encantado olhando a cidade por cima, que coisa linda! A Leila já tinha sobrevoado Recife, em 2008 e me falou que a cidade como o aeroporto são muito lindos.
A parada inicialmente era apenas para uma escala, mas a Gol mudou para conexão, mas não tivemos nem tempo de sair da sala de embarque, por isso, eu em particular não cheguei então a conhecer as belezas do aeroporto, que a Leila me falou, e nem um pouco da cidade, como habitualmente fazemos, quando temos um tempo razoável entre um voo e outro.
Mas, embarcamos finalmente para Juazeiro do Norte, e em pouco mais de quarenta minutos chegamos ao nosso destino. Ao todo foram sete horas de viagem, quando avistei a cidade e região metropolitana, construídas dentro de um grande "buraco", na verdade, dentro da bonita e imensa Serra do Araripe.
O primeiro contato com a cidade, não foi nada amistoso, pois ao saírmos do avião, o sol rapidamente mostrou que a temperatura batia na casa dos quarenta graus.
Em seguida, encontramos os famíliares da Leila, que de carro, nos levaram para a casa onde ficariamos durante a viagem.
Como o aeroporto é afastado da zona urbana, durante todo o trajeto de carro, conhecemos boa parte da cidade.
Quando chegamos na casa da "Tia Freira", já fomos jantar, colocar a conversa em dia, e finalmente descansar da viagem.








segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

20 a 21/02/2010 - Viagem improvisada

0 comentários

Joinville, me sinto em casa nessa cidade, ele também, tenho amigos por lá, ele tem família, não tenho certeza disso, mas pode ser que já tenhamos nos cruzado por lá!

Teve jogo, churrasco, chuva, perdi meu cartão do banco e depois recuperei, risadas e teve  até futebol, Joinville (JEC) x Avaí. Confira a cobertura no Balançando a Rede.

Muito bom!!!


domingo, 21 de fevereiro de 2010

Morretes

0 comentários

Na metade de março desci ao litoral paranaense, em Morretes, com o time do Internacional de Campo Largo, comandando por Ivo Petry, um dos treinadores mais respeitados do estado.
Viajar ao litoral sempre é rápida e depois do jogo contra o Operário local, fomos em um restaurante comer o tradicional barreado.
Por incrível que pareça, foi a primeira vez que comi o legitímo barreado, o feito em Morretes, mesmo já tenho ido outras vezes na cidade.





segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Bocaiúva do Sul (Paraná)

0 comentários

Em dezembro, fomos para Bocaiúva do Sul, cerca de 1h30 de Curitiba, em uma chácara na cidade. Foi muito legal passar o dia em um lugar afastado da civilização, cercado de muito verde, plantas, rios e animais.





domingo, 20 de setembro de 2009

Belo Horizonte e Ouro Preto

0 comentários

No dia 17 de setembro embarcamos para Belo Horizonte, onde a Leila e sua mãe (Francilene) iam visitar alguns parentes e eu para variar fui junto, para curtir o passeio, já que gostei muito da cidade, quando estive lá em 2008.
Fomos pela empresa aérea Azul e gostamos muito do atendimento de bordo, pois os comissários e próprio piloto são extremamente simpáticos e o serviço de atendimento é infinitivamente superior a qualquer outra empresa do ramo.
O voo foi rápido, saindo de Curitiba para Campinas, no aeroporto de Viracopos, que durou cerca de 50 minutos. Após ser feita a conexão, mais uma hora voando, para finalmente chegarmos no aeroporto de Confins - que fica à 1 hora de Belo Horizonte.
Tivemos que pegar um ônibus até a rodoviária da capital mineira, onde o irmão da Francilene, Antônio, nos esperava. Depois, novamente embarcamos em outro ônibus, mas agora para irmos na casa da prima da Francilene, Edith, localizada em um bairro bem longe do centro de Belô. Somente à noite, após enfrentar um trânsito caótico é que chegamos na casa.
No dia seguinte, eu a Leila fomos para Ouro Preto, cerca de duas horas de Belo Horizonte. Saímos de metrô para o centro, onde fica a rodoviária da capital mineira.
As linhas de ônibus para o nosso próximo roteiro disponibilizam veículos de hora em hora, tanto que chegamos na rodoviária e já embarcamos para Ouro Preto.
A viagem foi bem legal, pois a serra mineira é muito bonita, e conforme iamos chegando em nosso destino, as casas passavam a ser cada vez mais antigas e históricas.
Já em Ouro Preto começamos o caminho por uma grande ladeira, quase ingrime, um pouco a frente da rodoviária local. Na sequência andamos pelas principais ruas da cidade, usadas até o século XVIII pela família real brasileira como caminho de Petrópolis e Rio de Janeiro para Ouro Preto. Atualmente, apesar de estreitas, essas ruas tem tráfego normal de veículos.
A nossa primeira parada foi na Casa dos Contos, que no século XVIII serviu como casa da Capitania de Minas e também de presídio. Ao ler em um folheto com a história da casa, soubemos que embaixo do casarão, tinha uma senzala, em que os escravos eram muito mal-tratados pelos seus "senhores". É história? É! Mas uma história que com certeza, ainda revolta e envergonha o país.
No local há muitas exposições, tanto permanentes - sobre livros a Atas assinadas por Dom Pedro II, objetos usados na época pela família real e tradicionais famílias da região e a linda história das moedas do Brasil, desde os tempos dos Réis até o Real, inclusive como elas eram feitas - como as temporárias, com a exposição "Cem Monalisas".
Tudo muito dez!!!
Como o tempo era corrido, fomos rápido para o centro da cidade, onde conhecemos a praça Tiradentes, onde está a estátua do grande inconfidente mineiro. Na frente, localiza-se o Museu da Inconfidência.
Fizemos muitas fotos de casarões e outros pontos turísticos da cidade, e por fim, fomos até uma feirinha de artesanato localizada em frente à Igreja São Francisco de Assis.
Claro, que fizemos fotos das inúmeras igrejas barrocas e também conversamos com o Tião do "Cocão", que tem quase cem anos, completamente lúcido. O simpático senhor é o habitante vivo mais antigo da cidade, e também uma enciclopédia viva da cidade, tanto que ele tem inúmeras homenagens e chegou a ser entrevistado no programa do Jô.
Até hoje ele trabalha vendendo doces para os turistas, e com este trabalho, criou os filhos e construiu sua casa.
No final da tarde voltamos para Belo Horizonte, onde fui na Confraria do Atlético Paranaense em Belo Horizonte, levar uma camisa atleticana - presente de um amigo para um conhecido dele que frequenta o local.
Não vou entrar em detalhes, mas não foi um simples pedido de um amigo, mas praticamente um imposição dele, mesmo sabendo do nosso curto tempo.
Mas tudo bem, nada que estragasse o passeio, já que o pessoal da Confraria, localizada no bairro Serra, é extremamente simpático.
Na volta, uma aventura, pois para chegar onde estavamos hospedados, tivemos que encarar mais de uma hora de ônibus. Como os ônibus em Belo Horizonte andam, andam, andam e nunca chegam no destino.
Duas horas depois e perdidos, pegamos um taxi, no qual o motorista nos levou para outro lugar, com certeza para ganhar mais $$$, mas passado mais este problema, chegamos aonde estavamos hospedados.
No dia seguinte, era a nossa volta. Depois de nos despedirmos dos famíliares da mãe da Leila, encaramos uma hora de ônibus até a rodoviária, para lá pegarmos outro ônibus, que ia para o aeroporto - a viagem também durou uma hora.
Já no aeroporto, foi só esperar o horário do embarque para Campinas. O voo atrasou, mas nada que causasse algum estresse, já que o pessoal da Azul já estava preparado para remanejamento dos voos, na cidade campineira. E para Curitiba, saiu tudo dentro dos conformes, e assim terminamos mais uma aventura, que deixou saudades!.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ilha do Mel - A Ilha da Magia

0 comentários

No feriado de 7 de setembro partimos para uma viagem inédita, para a encantadora Ilha do Mel, no litoral do Paraná.
Fomos em uma dezena de pessoas, todas da nossa turma do rock. Quando a "malariada" se reúne, a diversão é garantida.
Com Ruanito e cia. partimos de Curitiba, abordo da nossa "aeroVan" e pouco mais de uma horas depois já estavamos atravessando o mar, de barco para a Ilha do Mel.
O local é totalmente preservado, tanto pelo governo estadual, como pelos próprios nativos e visitantes.
Como sempre fazemos viagens curtas, o nosso tempo é sempre corrido, apesar de na Ilha, o tempo parecer não passar.
Entre um churrasco e outro, aproveitavamos para conhecer os vários pontos turísticos do local, como uma imensa gruta (praia de encantadas) e também o forte (na praia de Brasília).
Durante a noite, a Ilha é agitada, principalmente no miolo que liga as praias de "dentro" e de "fora". Tinha de tudo, desde reggae e rock, até os insuportáveis pagodes.
Eu e a Leila ficamos em uma pousada, enquanto que os nossos amigos foram para um camping, mas lógico que sempre iamos lá, para comer churrasco e escutar o bom e velho rock and Roll.
Os dias mais emocionantes foram os dois últimos. Um porque, cruzamos a ilha até o forte, de onde pode-se ver até Guaraqueçaba, na volta viemos de lancha, com direito até a "zerinho" na água - que acabou "matando" para sempre o meu celular novo, que molhou com a água.
Tirando isso, depois já em terra firme, fomos para um dos vários restaurantes à beira-mar, comer tudo que fosse derivado de camarão. Uma delícia melhor que a outra.
O último dia foi sem dúvida, o mais emocionante, não por passeios radicais e coisas do gênero, mas sim pelo mundo que "desabou" em chuva na noite anterior, que causou estragos na Ilha e acabou com as barracas dos nossos amigos. Para falar a verdade, acabou com o camping inteiro.
Mas quem disse que a "malariada" ligou para a chuva? A galera adorou isso.
Na volta, para variar também foi legal, pois uma garota - que disse participar de passeio evangélico na Ilha - pediu carona para subir a serra na Van. A carona foi dada, mas ela só não sabia que ia encontrar uma dezena de pessoas bebendo adoidado e ainda escutando a banda Velhas Virgens!!!
No final, todo mundo "salvo" em Curitiba e mais um história para contar nas rodas de botecos de rock espalhados pela capital paranaense.

*** Conheça a história da Ilha do Mel: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_do_Mel_(Paran%C3%A1)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Buenos Aires (4º dia)

0 comentários

No 4º dia, acordamos cedo, tomamos café e arrumamos a mala para irmos embora, mas antes queria passar no estádio do Racing, em Avellaneda, na região metropolitana. Durante o trajeto, que durou cerca de 30 minutos, aproveitamos para ver pelas e admirar pelos últimos instantes a paisagem da cidade que muito nos encantou. O remi percorreu praticamente toda a avenida 9 de julho, até entrar em Avellaneda. A pequena cidade, é marcada por casas bem antigas, muitos barracões comerciais abandonados e muito gente da rua.
Chegamos ao estádio do Racing e nos deparamos com um local de porte médio, mas muito bem ajeitado e muito bonito. As arquibancadas são típicas de qualquer “cancha” argentina, com um pequeno espaço entre a torcida e os jogadores.
Fomos bem recebidos pelos funcionários do clube, entre eles, o jogador Maschio, campeão mundial e nacional pelo time argentino, na década de 1960, e também italiano pelo Internazionale de Milão, ou seja, uma lenda viva para os torcedores do Racing e da Inter.

Saímos do estádio do Racing e atravessamos uma avenida para do outro lado chegar a sede do Independiente. Só que o estádio do “Rojo” está em reformas, por isso, não pudemos entrar.
Ao cumprir esta última “missão” em terras argentinas, pegamos a rodovia que leva ao aeroporto e aproveitamos para novamente admirar os derradeiros instantes em Buenos Aires.
Já no aeroporto, fizemos todos os procedimentos de embarque e partimos para o Brasil. Durante o vôo, sobrevoamos um pouco do Uruguai, para aterrissar em Assuncíon, no Paraguai. Era apenas uma escala, por isso, não tinha como descer o avião, mas deu para ver um pouco da capital paraguaia.
Finalmente, 55 minutos depois, estávamos em solo brasileiro, no aeroporto internacional de Curitiba.
E assim, terminou a melhor viagem de nossas vidas, ou melhor, a viagem dos nossos sonhos!