sábado, 20 de março de 2010

São José de Piranhas - O dia mais legal da viagem

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No sábado acordamos cedinho de acordo com a nova rotina que tívemos que nos habituar devido ao calor e ao pouco tempo que tínhamos para os passeios, depois de tomar café na casa da tia Severina, fomos com os primos Damião e sua esposa Terezinha (filha de Severina), para o Sítio Branquinhas. Moram lá 03 filhos da tia Severina e suas respectivas famílias, a propriedade é dela, tanto esse sítio que conhecemos e ficamos hospedados, quanto as terras na entrada antes do açude onde fica o gado e uma outra família e também um outro sítio que não conhecemos por falta de tempo, que se chama Sítio Piranhas, basicamente quem administra esse sítio em que estivemos é o Expedito.
Outra vez fomos bem recepcionados, conhecemos os outros parentes e passeamos por um dos açudes do Rio Boqueirão, que corta a cidade. Como não poderia deixar de fazer, entrei na água para nadar, enquanto a Leila ficava na margem, já que ela tem medo de água.
Enquanto isso, os seus pais, Francilene e Osvaldinho, conversavam com as dezenas de parentes que estavam na casa.
O dia foi legal, pois passeamos de barco, eu nadei no açude, comemos carne de bóde (assim como já tinha acontecido na casa da tia Severina), frango de capoeira (que chamamos aqui de galinha caipira), depois fomos levados por Damião, na Serra de Horébe, onde se vê toda a região.
Ficamos impressionados, pois não existe seca nestes lados, todo mundo tem emprego, e boas condições de vida, apesar de simples, pode ser comparada com as pessoas que também levam uma vida simples nas capitais.









sexta-feira, 19 de março de 2010

Viagem à Paraíba (II)

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A divísa entre Ceará e Paraíba é marcada pelo começo da estrada asfaltado em terras paraíbanas. Na PB até que não andamos muito, pois em menos de uma hora chegamos a São José de Piranhas. Durante este trajeto, passamos pelas obras do rio São Francisco, não entendemos muito bem, só sabemos que é uma obra do PAC, uns chamam de desmatamento, outros chamam de trasnposição, além de cruzar com muitas casas feitas de barro e galhos de árvore (casinhas de taipa).
Já em São José de Piranhas, reparamos que a cidade é uma das mais bonitas do sertão nordestino (por onde já passamos claro), pois o lugar é bem cuidado, todas as ruas são asfaltas com pedras, que dá um certo charme, as casas são bem pequenas, mas bem ajeitadas e todas com árvores na frente. Tem até uma lanchonete agitada até a madrugada!
Realmente, um lugar encantador.
Ah, antes que eu me esqueça. Na cidade, fomos visitar a irmã da Francilene, a tia Severina e seus muitos filhos, netos e bisnetos.






Viagem à Paraíba (I)

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No dia 19, depois do almoço embarcamos para São José de Piranhas, na Paraíba.
No meio do caminho, ainda no Ceará, passamos por Barbalha, Milagres e Barro, boa parte pela esburacada BR-116.
Vimos de tudo, desde uma pessoa cortando árvore em caíam de uma escada colocada no meio de uma rua movimentada em Milagres, várias paradas para os bois atravessarem a pista, um jegue fugitivo, que corria louco pela BR-116, até entrarmos em uma estrada de chão, passando pelo vilarejo de Cuncas, aí sim, bem no meio do agreste nordestino. Essa foi a parte cearense da viagem.





quinta-feira, 18 de março de 2010

Segundo dia: Meio devagar, mas já conhecemos um pouco

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No segundo dia, não chegamos a sair para conhecer os principais pontos da cidade, todos referentes ao Padre Cicero, o famoso Padim Ciço, do qual quase 100% da população da região é devota.
Mas, tanto eu como a Leila, não conseguimos ficar parados em um único lugar, somente no final da tarde íamos sair para visitar um outro parente da Francilene na cidade, então aproveitamos para fotografar o estádio Romeirão, já que eu sou extramamente fanático por futebol e adoro conhecer estádios Brasil afora.




quarta-feira, 17 de março de 2010

Nordeste Brasileiro: Começando a viagem

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No dia 17 de março fizemos a nossa primeira viagem de avião em 2010. Embarcamos com destino à Juazeiro do Norte, no Ceará, onde a Leila e seus pais vão rever a família da sua mãe, Francilene. Lógico, que para eu e a Leila, a viagem não é somente familiar e sim de aventura mesmo, pois fomos com a intenção de percorrer e conhecer o maior número de cidades e atrativos possíveis, principalmente as cidades pequenas da região, pouco conhecidas pelo Brasil.
A viagem começou de madrugada, no aeroporto de Curitiba, no voo da empresa Gol, que seguiu para Brasília, onde 1h30 depois fariamos a conexão para Recife.
Esta parte da viagem foi tranquila, mas eu nem me preocupei em fazer fotos, pois em2007 trabalhei por dez dias na Capital Federal e é mais legal conhece-lá "por baixo".
A segunda parte da viagem foi a mais legal, pois cruzamos o norte da Bahia e quase todo o Pernambuco para chegar em Recife. Durante este trecho, foi legal ver a mudança de paisagem, que se mantinha verde, mas aos poucos a mata mais rasteira foi tomando conta. E também as cidades, que cada vez mais iam se transformando em pequenos povoados no meio do mato.
Ao chegar em Recife, eu fiquei encantado olhando a cidade por cima, que coisa linda! A Leila já tinha sobrevoado Recife, em 2008 e me falou que a cidade como o aeroporto são muito lindos.
A parada inicialmente era apenas para uma escala, mas a Gol mudou para conexão, mas não tivemos nem tempo de sair da sala de embarque, por isso, eu em particular não cheguei então a conhecer as belezas do aeroporto, que a Leila me falou, e nem um pouco da cidade, como habitualmente fazemos, quando temos um tempo razoável entre um voo e outro.
Mas, embarcamos finalmente para Juazeiro do Norte, e em pouco mais de quarenta minutos chegamos ao nosso destino. Ao todo foram sete horas de viagem, quando avistei a cidade e região metropolitana, construídas dentro de um grande "buraco", na verdade, dentro da bonita e imensa Serra do Araripe.
O primeiro contato com a cidade, não foi nada amistoso, pois ao saírmos do avião, o sol rapidamente mostrou que a temperatura batia na casa dos quarenta graus.
Em seguida, encontramos os famíliares da Leila, que de carro, nos levaram para a casa onde ficariamos durante a viagem.
Como o aeroporto é afastado da zona urbana, durante todo o trajeto de carro, conhecemos boa parte da cidade.
Quando chegamos na casa da "Tia Freira", já fomos jantar, colocar a conversa em dia, e finalmente descansar da viagem.








segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

20 a 21/02/2010 - Viagem improvisada

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Joinville, me sinto em casa nessa cidade, ele também, tenho amigos por lá, ele tem família, não tenho certeza disso, mas pode ser que já tenhamos nos cruzado por lá!

Teve jogo, churrasco, chuva, perdi meu cartão do banco e depois recuperei, risadas e teve  até futebol, Joinville (JEC) x Avaí. Confira a cobertura no Balançando a Rede.

Muito bom!!!


domingo, 21 de fevereiro de 2010

Morretes

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Na metade de março desci ao litoral paranaense, em Morretes, com o time do Internacional de Campo Largo, comandando por Ivo Petry, um dos treinadores mais respeitados do estado.
Viajar ao litoral sempre é rápida e depois do jogo contra o Operário local, fomos em um restaurante comer o tradicional barreado.
Por incrível que pareça, foi a primeira vez que comi o legitímo barreado, o feito em Morretes, mesmo já tenho ido outras vezes na cidade.