sexta-feira, 19 de março de 2010

Viagem à Paraíba (I)

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No dia 19, depois do almoço embarcamos para São José de Piranhas, na Paraíba.
No meio do caminho, ainda no Ceará, passamos por Barbalha, Milagres e Barro, boa parte pela esburacada BR-116.
Vimos de tudo, desde uma pessoa cortando árvore em caíam de uma escada colocada no meio de uma rua movimentada em Milagres, várias paradas para os bois atravessarem a pista, um jegue fugitivo, que corria louco pela BR-116, até entrarmos em uma estrada de chão, passando pelo vilarejo de Cuncas, aí sim, bem no meio do agreste nordestino. Essa foi a parte cearense da viagem.





quinta-feira, 18 de março de 2010

Segundo dia: Meio devagar, mas já conhecemos um pouco

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No segundo dia, não chegamos a sair para conhecer os principais pontos da cidade, todos referentes ao Padre Cicero, o famoso Padim Ciço, do qual quase 100% da população da região é devota.
Mas, tanto eu como a Leila, não conseguimos ficar parados em um único lugar, somente no final da tarde íamos sair para visitar um outro parente da Francilene na cidade, então aproveitamos para fotografar o estádio Romeirão, já que eu sou extramamente fanático por futebol e adoro conhecer estádios Brasil afora.




quarta-feira, 17 de março de 2010

Nordeste Brasileiro: Começando a viagem

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No dia 17 de março fizemos a nossa primeira viagem de avião em 2010. Embarcamos com destino à Juazeiro do Norte, no Ceará, onde a Leila e seus pais vão rever a família da sua mãe, Francilene. Lógico, que para eu e a Leila, a viagem não é somente familiar e sim de aventura mesmo, pois fomos com a intenção de percorrer e conhecer o maior número de cidades e atrativos possíveis, principalmente as cidades pequenas da região, pouco conhecidas pelo Brasil.
A viagem começou de madrugada, no aeroporto de Curitiba, no voo da empresa Gol, que seguiu para Brasília, onde 1h30 depois fariamos a conexão para Recife.
Esta parte da viagem foi tranquila, mas eu nem me preocupei em fazer fotos, pois em2007 trabalhei por dez dias na Capital Federal e é mais legal conhece-lá "por baixo".
A segunda parte da viagem foi a mais legal, pois cruzamos o norte da Bahia e quase todo o Pernambuco para chegar em Recife. Durante este trecho, foi legal ver a mudança de paisagem, que se mantinha verde, mas aos poucos a mata mais rasteira foi tomando conta. E também as cidades, que cada vez mais iam se transformando em pequenos povoados no meio do mato.
Ao chegar em Recife, eu fiquei encantado olhando a cidade por cima, que coisa linda! A Leila já tinha sobrevoado Recife, em 2008 e me falou que a cidade como o aeroporto são muito lindos.
A parada inicialmente era apenas para uma escala, mas a Gol mudou para conexão, mas não tivemos nem tempo de sair da sala de embarque, por isso, eu em particular não cheguei então a conhecer as belezas do aeroporto, que a Leila me falou, e nem um pouco da cidade, como habitualmente fazemos, quando temos um tempo razoável entre um voo e outro.
Mas, embarcamos finalmente para Juazeiro do Norte, e em pouco mais de quarenta minutos chegamos ao nosso destino. Ao todo foram sete horas de viagem, quando avistei a cidade e região metropolitana, construídas dentro de um grande "buraco", na verdade, dentro da bonita e imensa Serra do Araripe.
O primeiro contato com a cidade, não foi nada amistoso, pois ao saírmos do avião, o sol rapidamente mostrou que a temperatura batia na casa dos quarenta graus.
Em seguida, encontramos os famíliares da Leila, que de carro, nos levaram para a casa onde ficariamos durante a viagem.
Como o aeroporto é afastado da zona urbana, durante todo o trajeto de carro, conhecemos boa parte da cidade.
Quando chegamos na casa da "Tia Freira", já fomos jantar, colocar a conversa em dia, e finalmente descansar da viagem.








segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

20 a 21/02/2010 - Viagem improvisada

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Joinville, me sinto em casa nessa cidade, ele também, tenho amigos por lá, ele tem família, não tenho certeza disso, mas pode ser que já tenhamos nos cruzado por lá!

Teve jogo, churrasco, chuva, perdi meu cartão do banco e depois recuperei, risadas e teve  até futebol, Joinville (JEC) x Avaí. Confira a cobertura no Balançando a Rede.

Muito bom!!!


domingo, 21 de fevereiro de 2010

Morretes

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Na metade de março desci ao litoral paranaense, em Morretes, com o time do Internacional de Campo Largo, comandando por Ivo Petry, um dos treinadores mais respeitados do estado.
Viajar ao litoral sempre é rápida e depois do jogo contra o Operário local, fomos em um restaurante comer o tradicional barreado.
Por incrível que pareça, foi a primeira vez que comi o legitímo barreado, o feito em Morretes, mesmo já tenho ido outras vezes na cidade.





segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Bocaiúva do Sul (Paraná)

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Em dezembro, fomos para Bocaiúva do Sul, cerca de 1h30 de Curitiba, em uma chácara na cidade. Foi muito legal passar o dia em um lugar afastado da civilização, cercado de muito verde, plantas, rios e animais.





domingo, 20 de setembro de 2009

Belo Horizonte e Ouro Preto

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No dia 17 de setembro embarcamos para Belo Horizonte, onde a Leila e sua mãe (Francilene) iam visitar alguns parentes e eu para variar fui junto, para curtir o passeio, já que gostei muito da cidade, quando estive lá em 2008.
Fomos pela empresa aérea Azul e gostamos muito do atendimento de bordo, pois os comissários e próprio piloto são extremamente simpáticos e o serviço de atendimento é infinitivamente superior a qualquer outra empresa do ramo.
O voo foi rápido, saindo de Curitiba para Campinas, no aeroporto de Viracopos, que durou cerca de 50 minutos. Após ser feita a conexão, mais uma hora voando, para finalmente chegarmos no aeroporto de Confins - que fica à 1 hora de Belo Horizonte.
Tivemos que pegar um ônibus até a rodoviária da capital mineira, onde o irmão da Francilene, Antônio, nos esperava. Depois, novamente embarcamos em outro ônibus, mas agora para irmos na casa da prima da Francilene, Edith, localizada em um bairro bem longe do centro de Belô. Somente à noite, após enfrentar um trânsito caótico é que chegamos na casa.
No dia seguinte, eu a Leila fomos para Ouro Preto, cerca de duas horas de Belo Horizonte. Saímos de metrô para o centro, onde fica a rodoviária da capital mineira.
As linhas de ônibus para o nosso próximo roteiro disponibilizam veículos de hora em hora, tanto que chegamos na rodoviária e já embarcamos para Ouro Preto.
A viagem foi bem legal, pois a serra mineira é muito bonita, e conforme iamos chegando em nosso destino, as casas passavam a ser cada vez mais antigas e históricas.
Já em Ouro Preto começamos o caminho por uma grande ladeira, quase ingrime, um pouco a frente da rodoviária local. Na sequência andamos pelas principais ruas da cidade, usadas até o século XVIII pela família real brasileira como caminho de Petrópolis e Rio de Janeiro para Ouro Preto. Atualmente, apesar de estreitas, essas ruas tem tráfego normal de veículos.
A nossa primeira parada foi na Casa dos Contos, que no século XVIII serviu como casa da Capitania de Minas e também de presídio. Ao ler em um folheto com a história da casa, soubemos que embaixo do casarão, tinha uma senzala, em que os escravos eram muito mal-tratados pelos seus "senhores". É história? É! Mas uma história que com certeza, ainda revolta e envergonha o país.
No local há muitas exposições, tanto permanentes - sobre livros a Atas assinadas por Dom Pedro II, objetos usados na época pela família real e tradicionais famílias da região e a linda história das moedas do Brasil, desde os tempos dos Réis até o Real, inclusive como elas eram feitas - como as temporárias, com a exposição "Cem Monalisas".
Tudo muito dez!!!
Como o tempo era corrido, fomos rápido para o centro da cidade, onde conhecemos a praça Tiradentes, onde está a estátua do grande inconfidente mineiro. Na frente, localiza-se o Museu da Inconfidência.
Fizemos muitas fotos de casarões e outros pontos turísticos da cidade, e por fim, fomos até uma feirinha de artesanato localizada em frente à Igreja São Francisco de Assis.
Claro, que fizemos fotos das inúmeras igrejas barrocas e também conversamos com o Tião do "Cocão", que tem quase cem anos, completamente lúcido. O simpático senhor é o habitante vivo mais antigo da cidade, e também uma enciclopédia viva da cidade, tanto que ele tem inúmeras homenagens e chegou a ser entrevistado no programa do Jô.
Até hoje ele trabalha vendendo doces para os turistas, e com este trabalho, criou os filhos e construiu sua casa.
No final da tarde voltamos para Belo Horizonte, onde fui na Confraria do Atlético Paranaense em Belo Horizonte, levar uma camisa atleticana - presente de um amigo para um conhecido dele que frequenta o local.
Não vou entrar em detalhes, mas não foi um simples pedido de um amigo, mas praticamente um imposição dele, mesmo sabendo do nosso curto tempo.
Mas tudo bem, nada que estragasse o passeio, já que o pessoal da Confraria, localizada no bairro Serra, é extremamente simpático.
Na volta, uma aventura, pois para chegar onde estavamos hospedados, tivemos que encarar mais de uma hora de ônibus. Como os ônibus em Belo Horizonte andam, andam, andam e nunca chegam no destino.
Duas horas depois e perdidos, pegamos um taxi, no qual o motorista nos levou para outro lugar, com certeza para ganhar mais $$$, mas passado mais este problema, chegamos aonde estavamos hospedados.
No dia seguinte, era a nossa volta. Depois de nos despedirmos dos famíliares da mãe da Leila, encaramos uma hora de ônibus até a rodoviária, para lá pegarmos outro ônibus, que ia para o aeroporto - a viagem também durou uma hora.
Já no aeroporto, foi só esperar o horário do embarque para Campinas. O voo atrasou, mas nada que causasse algum estresse, já que o pessoal da Azul já estava preparado para remanejamento dos voos, na cidade campineira. E para Curitiba, saiu tudo dentro dos conformes, e assim terminamos mais uma aventura, que deixou saudades!.