segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Belo Horizonte

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No dia 23 de agosto, encarei mais uma viagem inédita. Às 22h embarquei na rodoviária de Curitiba rumo à Belo Horizonte, onde iria cobrir um evento da torcida do Atlético Paranaense, na capital mineira, na véspera do jogo entre os Atléticos, mineiro e paranaense. Foi uma espécie de permuta com um colega meu, o radialista Jefferson Gomes, organizador do evento, que bancou minhas passagens e alimentação e eu fiz o evento na faixa para ele. Só para conhecer "belô" mesmo.
A viagem durou cerca de treze horas e no meio dia de 24 de agosto, um sábado, já estava lá. Encontrei esse meu colega e saímos para o local onde ia ser o encontro, que sempre acontece no Bar e Merceária Serra, no bairro de mesmo nome.
Após ser feito o meu trabalho, fui conhecer a cidade, tendo o Jefferson como guia. Conheci muitos lugares, como o enorme Minas Shopping, no centro da cidade e o bairro Savasse, que é o mais chique da cidade, com prédios bem altos e luxuosos. Também conheci a sede da prefeitura, que também é uma obra muito bonita.
No domingo, fomos novamente no Bar da Serra, depois do almoço cruzamos a cidade até o Mineirão, que fica ao lado do gigantesco terreno da UFMG e do outro lado fica o lago da Pampulha.
O Mineirão é muito bonito, pena que estva praticamente vazio naquele jogo. Como eu tinha que estar na rodoviária, que para mim é a mais bonita do Brasil, já que ela tem um andar de embarque subterrãneo, pontualmente às 20h - horário da saída do ônibus para Curitiba e o jogo começou as 18h30, assisti apenas o primeiro tempo.
Durmi pouco tanto na ida como na volta, porque o cenário que vai aparecendo durante o trajeto é muito bonito.
Belo Horizonte está no meu rol de cidades que adoro muito, onde estão a minha Curitiba, Porto Alegre, Joinville, Buenos Aires, Montevidéu, São José de Piranhas e Teresópolis.




terça-feira, 22 de julho de 2008

União da Vitória, Palmas, Colorado e Centenário do Sul

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No mês de junho fiz duas viagens com o São José, na disputa do Paranaense da Série C. A primeira contra o Palmas, da cidade de mesmo nome, próxima a União da Vitória, um importante município do sul do estado. Passamos a noite em um hotel em UV, para no outro dia irmos para Palmas. Eu tinha ido semanas antes em um jogo do Atlético, pelo estadual da Série A, em União da Vitória, em um sábado a noite, em que choveu tudo e mais um pouco e que em 2005 marcou também a minha "estreia" em viagens jornalisticas, em 2005, também em um jogo de futebol. Infelizmente, perdi as fotos dessa ocasião.
O legal da cidade é que ela faz divisa com a catarinense Porto União e é banhada pelo Rio Iguaçu e ainda tem uma bonita estação ferroviária.
Já, Palmas é uma cidade pequena, mas famosa por ser a mais fria do Paraná, com a temperatura chegando perto do 0º no inverno. No mais, não tem muito atrativo turistico.
Na segunda viagem, para Centenário do Sul, no norte do Paraná, foi a mais longa, pois se em UV, fica distante 3h de Curitiba, foram precisos dez horas para chegar em Colorado, ao lado de Centenário do Sul, onde ficamos hospedados e que se resume a meia dúzia de ruas e uma igreja.
Essas cidades não tem grandes pontos turísticos, mas em compensação, vivem em função da cana, cuja plantações cercam ambas cidades.






terça-feira, 8 de julho de 2008

Ponta Grossa

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Em junho fuí para Ponta Grossa assistir o show de rock da banda alemã Scorpions. Era um dos meus sonhos e consegui cumprir. Eu comprei o ingresso aqui em Curitiba, e no dia da viagem, eu fui de ônibus de linha mesmo, por isso, quando cheguei na cidade, que só tinha ido uma vez em minha vida, em 1999, tive que me virar para achar o caminho para o show. Fiz amizade com um pessoal que Curitiba, que também veio de ônibus e saímos atrás de hotel na cidade. Não achamos nenhum com vagas disponíveis, mas em compensação, conhecemos boa parte do centro.
A noite, já no show, foi simplesmente demais!!! Valeu cada centavo pago no ingresso.
Depois do show, achei um hotel para dormir, pois não adiantava eu pegar um ônibus para Curitiba, porque ia chegar de madrugada na capital, já que o tempo de viagem é de apenas uma 1h30, e como moro longe da BR-277, ia gastar uma nota com taxi. Então, saiu mais em conta dormir em PG.
Detalhe também é que ia chegar de manhã em Curitiba, depois do almoço iria para União da Vitória, no centro Sul do estado, com o São José masculino, que tinha uma partida marcada em Palmas, próximo a União da Vitória, pelo Paranaense da Série C.

CURIOSIDADE: Foi aí que o meu caminho começou a cruzar com o da Leila, pois nesta viagem era para eu ter ido de excurção organizada pela amiga dela, a Beruski, mas não deu certo, e no show, um casal de amigos com quem a Leila iria para o show, Ulisses e Ana Lúcia, estava bem a minha frente. A Leila desistiu em cima da hora de ir para o show!




terça-feira, 13 de maio de 2008

Salvador

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No mês de maio, fui com a minha mãe para Salvador. Era a minha primeira vez no nordeste brasileiro e da coroa em um avião.
A viagem foi tranquila até Ilhéus, porque na hora do voo sair dessa cidade, o avião teve problemas e por isso, ficamos na cidade.
Nesse caso, um funcionário da Gol avisou que teríamos duas opções: Pegar um voo para Brasília, e três horas depois chegarmos em Salvador, ou aguardar cinco horas em Ilhéus mesmo, para depois irmos para a capital Baiana.
Eu escolhi ficar na cidade, e valeu a pena, pois a empresa pagou tudo. Fomos levados para um Resort em frente ao mar, lá tinha piscina, um quarto muito aconchegante, além de um jantar "porreta" de bom. No final, valeu a pena, pois conheci um pouco da cidade, comi bem e ainda economizei uma diária no hotel em Salvador.
Quando finalmente fomos para Salvador - o voo durou 26 minutos - chegamos em torno das 3h da madrugada. O aeroporto fica em Lauro Freitas, é muito longe do centro de Salvador para ir de táxi (leia-se $$$). Por isso, dormimos nos bancos do aeroporto mesmo, até às 7h, horário em que os ônibus voltavam a circular.
Conhecemos muita coisa em Salvador, somente dentro do ônibus, que foi para o centro da cidade beirando o mar.
No hotel, dormi um pouco e saí logo em seguida com a minha mãe para conhecermos os pontos turísticos.
Primeiro fomos ao elevador Lacerda, e depois no mercado Municipal, onde se encontra de tudo e até que barato. De volta a cidade alta, andamos pelo Pelourinho - roteiro que repetimos no outro dia.
Gostamos bastante, apesar da legião de vendedores chatos e muito mal educados, que praticamente nos obrigavam a comprar seus produtos. Isso sem contar um guia que tentou nos extorquir, só parando quando a minha mãe ameaçou chamar a PM.
Aprendi que lá, o negócio é andar com as fitinhas do N.S. do Bonfim no pulso, que para os vendedores funcionam com um código para saber quem já foi "atendido" ou não pelos vendedores.
Mas a viagem fou muito legal, eu e minha mãe gostamos bastante e esperamos poder conhecer mais a cidade e suas praias em uma outra oportunidade.








terça-feira, 22 de abril de 2008

Maringá

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No mês de abril, fui em um final de semana com o Jaborá, de São José dos Pinhais para Maringá, para a partida contra o time local. A viagem durou cerca de 6h pela Br-277 e corta praticamente o estado todo. Uma viagem muito legal, que fiz várias vezes em 2008.
Era primeira vez que fui para Maringá e meu pai mora na cidade, o que deixou a viagem mais legal ainda.
Chegamos no sábado à noite no hotel, e na manhã de domingo meu pai foi me buscar para passearmos pela cidade, que tem uma arquitetura moderna e muitas árvores.
Girei por toda a cidade, e depois fui almoçar na casa do meu pai, atrás do parque Ingá, famoso pelo espaço verde e pelos macacos que andam livremente por qualquer lugar no parque.
A tarde fui trabalhar na partida, e o meu pai foi como torcedor. Na volta, depois de me despedir do meu pai, fui com o time comemorar a vitória em uma pizzaria antes de voltar para Curitiba.








sábado, 2 de fevereiro de 2008

Teresópolis

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No mês de fevereiro de 2008 fui com o São José para Teresópois, no Rio de Janeiro, onde o time enfrentou a Seleção Brasileira Sub-20 feminina, em um amistoso.
O jogo foi na Granja Comary, na entrada da cidade, que é muito bonita por sinal. Durante dois dias passiei pela cidade, que tem um centro bastante agitado e muitas praças. Como ela faz parte da região serrana no Rio, a temperatura é sempre agradável, na casa dos 20º. Achei interessante, que pelo fato da cidade ser histórica, assim como a sua vizinha Petrópolis, as casas da época imperial se misturam com as muitas mansões existentes no município.
Só os preços das coisas não agradaram, pois a cidade tem um custo de vida bem elevado.
Espero um dia voltar para lá, mas tem juntar uma boa grana para isso!


domingo, 2 de dezembro de 2007

Brasília

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No dia 27 de novembro embarquei com o São José rumo à Brasília, onde aconteceria a fase final da Copa do Brasil. A viagem foi rápida, cerca de 1h30 de voô.
Saímos do Paraná com um tempo frio para chegarmos na capital do país, com quase trinta graus.
Eu fiquei dez dias em um hotel de luxo, em Taguatinga - tudo na faixa, já que todo o torneio era bancado pela CBF.
Neste período o São José jogou três partidas, vencendo uma e perdendo duas, que deixou o time na 6ª colocação geral do torneio. Nada mau, já que o time é totalmente amador.
Eu conheci bastante a região, pois nos dias de folga saía para passear por Brasília. Conheci toda a parte dos Poderes, que realmente é um local muito bonito, entretanto, algumas quadras fora da região, existe muita pobreza.
Além dos prédios dos Três Poderes, do Palácio do Itamaraty, conheci ainda o Museu Nacional, o Teatro Nacional - que para mim é a construção mais bonita da cidade, também o autódromo e o estádio Mané Garrincha (o São José jogou somente em Taguatinga), além da assustadora rodoviária, em que tem gente de tudo quanto é lugar, mas com muitos casos de roubos de passageiros. Andando pelo local, realmente tive muita sensação de insegurança.
O que mais eu gostava de fazer nas folgas, era aproveitar a piscina do hotel ou andar de metrô, saindo de Taguatinga cruzando as cidades satélites de Águas Claras e Guará, até chegar em Brasília.
Eu também andava pelo modesto centro de Taguatinga, pouco infra-estruturado de calçadas e pontos turísticos, ou ir passear no shopping da cidade, para fazer compras nas Lojas Americanas.
A volta foi bem emocionante, pois quando o avião estava chegando em Curitiba, não conseguiu aterrisar de imediato, por causa da forte chuva, por isso, ele ficava dando voltas sobre Curitiba e ainda balançava bastante quando passava por pequenas turbulências, causadas por nuvens carregadas de água.
Mas no final, todo mundo feliz da vida em chão firme e eu com mais uma viagem no currículo!