terça-feira, 13 de maio de 2008

Salvador

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No mês de maio, fui com a minha mãe para Salvador. Era a minha primeira vez no nordeste brasileiro e da coroa em um avião.
A viagem foi tranquila até Ilhéus, porque na hora do voo sair dessa cidade, o avião teve problemas e por isso, ficamos na cidade.
Nesse caso, um funcionário da Gol avisou que teríamos duas opções: Pegar um voo para Brasília, e três horas depois chegarmos em Salvador, ou aguardar cinco horas em Ilhéus mesmo, para depois irmos para a capital Baiana.
Eu escolhi ficar na cidade, e valeu a pena, pois a empresa pagou tudo. Fomos levados para um Resort em frente ao mar, lá tinha piscina, um quarto muito aconchegante, além de um jantar "porreta" de bom. No final, valeu a pena, pois conheci um pouco da cidade, comi bem e ainda economizei uma diária no hotel em Salvador.
Quando finalmente fomos para Salvador - o voo durou 26 minutos - chegamos em torno das 3h da madrugada. O aeroporto fica em Lauro Freitas, é muito longe do centro de Salvador para ir de táxi (leia-se $$$). Por isso, dormimos nos bancos do aeroporto mesmo, até às 7h, horário em que os ônibus voltavam a circular.
Conhecemos muita coisa em Salvador, somente dentro do ônibus, que foi para o centro da cidade beirando o mar.
No hotel, dormi um pouco e saí logo em seguida com a minha mãe para conhecermos os pontos turísticos.
Primeiro fomos ao elevador Lacerda, e depois no mercado Municipal, onde se encontra de tudo e até que barato. De volta a cidade alta, andamos pelo Pelourinho - roteiro que repetimos no outro dia.
Gostamos bastante, apesar da legião de vendedores chatos e muito mal educados, que praticamente nos obrigavam a comprar seus produtos. Isso sem contar um guia que tentou nos extorquir, só parando quando a minha mãe ameaçou chamar a PM.
Aprendi que lá, o negócio é andar com as fitinhas do N.S. do Bonfim no pulso, que para os vendedores funcionam com um código para saber quem já foi "atendido" ou não pelos vendedores.
Mas a viagem fou muito legal, eu e minha mãe gostamos bastante e esperamos poder conhecer mais a cidade e suas praias em uma outra oportunidade.








terça-feira, 22 de abril de 2008

Maringá

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No mês de abril, fui em um final de semana com o Jaborá, de São José dos Pinhais para Maringá, para a partida contra o time local. A viagem durou cerca de 6h pela Br-277 e corta praticamente o estado todo. Uma viagem muito legal, que fiz várias vezes em 2008.
Era primeira vez que fui para Maringá e meu pai mora na cidade, o que deixou a viagem mais legal ainda.
Chegamos no sábado à noite no hotel, e na manhã de domingo meu pai foi me buscar para passearmos pela cidade, que tem uma arquitetura moderna e muitas árvores.
Girei por toda a cidade, e depois fui almoçar na casa do meu pai, atrás do parque Ingá, famoso pelo espaço verde e pelos macacos que andam livremente por qualquer lugar no parque.
A tarde fui trabalhar na partida, e o meu pai foi como torcedor. Na volta, depois de me despedir do meu pai, fui com o time comemorar a vitória em uma pizzaria antes de voltar para Curitiba.








sábado, 2 de fevereiro de 2008

Teresópolis

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No mês de fevereiro de 2008 fui com o São José para Teresópois, no Rio de Janeiro, onde o time enfrentou a Seleção Brasileira Sub-20 feminina, em um amistoso.
O jogo foi na Granja Comary, na entrada da cidade, que é muito bonita por sinal. Durante dois dias passiei pela cidade, que tem um centro bastante agitado e muitas praças. Como ela faz parte da região serrana no Rio, a temperatura é sempre agradável, na casa dos 20º. Achei interessante, que pelo fato da cidade ser histórica, assim como a sua vizinha Petrópolis, as casas da época imperial se misturam com as muitas mansões existentes no município.
Só os preços das coisas não agradaram, pois a cidade tem um custo de vida bem elevado.
Espero um dia voltar para lá, mas tem juntar uma boa grana para isso!


domingo, 2 de dezembro de 2007

Brasília

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No dia 27 de novembro embarquei com o São José rumo à Brasília, onde aconteceria a fase final da Copa do Brasil. A viagem foi rápida, cerca de 1h30 de voô.
Saímos do Paraná com um tempo frio para chegarmos na capital do país, com quase trinta graus.
Eu fiquei dez dias em um hotel de luxo, em Taguatinga - tudo na faixa, já que todo o torneio era bancado pela CBF.
Neste período o São José jogou três partidas, vencendo uma e perdendo duas, que deixou o time na 6ª colocação geral do torneio. Nada mau, já que o time é totalmente amador.
Eu conheci bastante a região, pois nos dias de folga saía para passear por Brasília. Conheci toda a parte dos Poderes, que realmente é um local muito bonito, entretanto, algumas quadras fora da região, existe muita pobreza.
Além dos prédios dos Três Poderes, do Palácio do Itamaraty, conheci ainda o Museu Nacional, o Teatro Nacional - que para mim é a construção mais bonita da cidade, também o autódromo e o estádio Mané Garrincha (o São José jogou somente em Taguatinga), além da assustadora rodoviária, em que tem gente de tudo quanto é lugar, mas com muitos casos de roubos de passageiros. Andando pelo local, realmente tive muita sensação de insegurança.
O que mais eu gostava de fazer nas folgas, era aproveitar a piscina do hotel ou andar de metrô, saindo de Taguatinga cruzando as cidades satélites de Águas Claras e Guará, até chegar em Brasília.
Eu também andava pelo modesto centro de Taguatinga, pouco infra-estruturado de calçadas e pontos turísticos, ou ir passear no shopping da cidade, para fazer compras nas Lojas Americanas.
A volta foi bem emocionante, pois quando o avião estava chegando em Curitiba, não conseguiu aterrisar de imediato, por causa da forte chuva, por isso, ele ficava dando voltas sobre Curitiba e ainda balançava bastante quando passava por pequenas turbulências, causadas por nuvens carregadas de água.
Mas no final, todo mundo feliz da vida em chão firme e eu com mais uma viagem no currículo!












sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Porto Alegre

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O São José avançou para a segunda fase da Copa do Brasil, e dessa vez, jogou em Porto Alegre diante do Internacional e eu novamente acompanhei o time.
Saímos um dia antes do jogo, dia 21 de novembro, bem cedo de São José dos Pinhais, já que a viagem até a capital gaúcha duraria cerca de dez horas.
Durante todo o trajeto, feito pela Br-376, sempre tivemos a bela presença do litoral catarinense, até chegarmos em Porto Alegre, já no final da tarde.
De noite, saímos para jantar e voltamos para o hotel, já que a região onde ficava o hotel não era muito segura.
Mas no dia seguinte, eu e mais três jogadoras do time, alugamos um taxi e fomos conhecer a cidade. Cruzamos o centro, o mercado municipal, fizemos uma parada no estádio e no museu do Grêmio, ambos muito bonitos e organizados, para finalizarmos o passeio no morro mais alto da cidade, onde estão as emissoras de televisão de Porto Alegre. Lá é possível ver toda a cidade.
Depois, voltamos para o almoço e finalmente fomos para o estádio Beira-Rio. O campo do Internacional lembra muito o do River Plate, em Buenos Aires, pois é imenso, mas bem mau conservado.
O São José eliminou o Internacional com a vitória de 1x0. Logo em seguida, 18h, embarcamos para Curitiba, chegando no dia seguinte, lá pelas 8h da manhã.




segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Florianópolis

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Como eu sou jornalista esportivo, de vez em quando, aparecem algumas viagens a trabalho, e no final de 2007, acompanhei o time de futebol do São José, de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, na I Copa do Brasil Feminina.
A primeira viagem foi para Florianópolis, no dia 01 de novembro onde no dia seguinte, aconteceria a partida.
A viagem de ônibus foi legal e rápida. Depois de chegarmos no hotel, descansei um pouco e fui passear pela cidade. Conheci toda a parte o estreito e a ponte Hercílio Luz, infelizmente não deu tempo de ir para a parte da Ilha, mas já valeu a pena estar nesta cidade, que é uma das mais bonitas do Brasil.
No dia seguinte, que era o do jogo, choveu muito na cidade e ainda somado a falta de tempo, não me permitiu conhecer outras partes da cidade.
Quanto ao jogo, no Orlando Scarpelli, o São José venceu o Figueirense, por 7x0 e avançou de fase.
Na volta, apenas uma parada para o jantar, e logo em seguida seguimos rumo a Curitiba.



sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Montevidéu

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No dia 19 de outubro, seis dias após o meu aniversário, eu mesmo me dei um presente. Acompanhar o Atlético em Montevidéu, no Uruguai, na partida diante do Nacional, pelas quartas de final da Copa Sul Americana. O jogo era no dia 20, e a viagem começou no dia 20, uma terça feira, bem cedinho. Paguei R$ 130, mas como não era uma viagem tão longa, com 25h em cada trecho, deu para economizar como comida mais do que para a Argentina.
A viagem foi muito legal, porque o ônibus fez o trajeto pela Br-376, que corta todo o litoral catarinense, que só por si, já atrai muitos turistas. Fomos até Porto Alegre para pegar a Br-116, e então, até o final da rodovia, na cidade gaúcha de Jaguarão. Chegamos neste local, de madrugada, estava muito frio e não tinha absolutamente ninguém nas ruas da pequena cidade.
Ao contrário do que aconteceu na fronteira com a Argentina, para entrar no Uruguai os responsáveis pela viagem não precisaram distribuir camisas para os guardas. Foi tão tranquilo, que nem do ônibus precisamos sair para mostrar os documentos.
Já em solo uruguaio, dormi toda a madrugada, para acordar por volta das 7h30, quando o ônibus parou em um pequeno vilarejo para os passageiros tomarem café.
Praticamente ninguém tomou café, pois não me recordo direito o que tinha na comida do local, mas sei que era ruim.
Seguimos viagem, e em torno das 9h30 já estavamos entrando em Montevidéu. A primeira impressão, foi de estar passando por bairros abandonados, por causa das casas muito antigas e descuidadas, entretanto, mais adiante, já próximo ao centro, a visão era diferente, com ruas bem movimentadas e inúmeros prédios, e em bom estado de conservação.
A impressão que tive, é que Montevidéu é uma cópia de Buenos Aires, só que com 1milhão e meio de habitantes (que é a quantidade da população da capital uruguaia).
Fomos direto para o estádio Parque Central, onde aconteceria o jogo. Logicamente, que eu não fiquei muito tempo parado, pois fiz amizade com o motorista do clube, que me levou para conhecer um pouco a cidade. Passamos pelo centro, por uma rua somente de comerciantes brasileiros e depois fomos ver o Estádio Centenário. Não pude entrar, porque na noite anterior tinha ocorrido um jogo da Seleção Uruguaia, por isso, o estádio estava fechado para limpeza. Mas fiz fotos na frente do local e ainda em uma praça na frente.
Depois, a parte mais legal do passeio, foi na praia de Montevidéu. A praia não é muito extensa, mas é bem limpa e bastante frequentada, mesmo estando frio.
Depois voltei para o estádio para ir ao jogo, que o Atlético venceu de virada por 2x1nos minutos finais.
Se na Argentina, não tivemos nenhum susto, na saída do jogo em Montevidéo, o ônibus da torcida saiu rápido, isso lá pelas 19h30, já que os torcedores da casa tentaram brigar com os atleticanos.
Com a grande agilidade do motorista, saímos das estreitas ruas em volta do estádio e já em uma grande avenida, tudo ficou tranquilo e voltamos para o Brasil.
No meio do caminho, apenas uma parada demorada em Itapema, no litroal de Santa Catarina, e em torno das 22h do dia 21, eu já estava chegando em casa e relembrando a grande aventura.